domingo, 2 de março de 2008

(Obs.: Essa história foi contada por: Ronan Rangel)
Esta história realmente aconteceu. Mais uma vez nós íamos para a fazenda do pai do meu tio. Um lugar lindo de dia, mas assustador a noite, por causa das árvores, que pareciam comer a casa. Sempre fazíamos brincadeiras de assustar, eu e meus primos, só para colocar medo. Um certo dia, estávamos vendo um filme na televisão, se me recordo bem eram duas horas da manhã, quando ouvimos passos do lado de fora da casa. Ficamos quietos em silêncio e abaixamos um pouco o som da televisão. Eram realmente passos, só que soavam estranho, como se tivessem eco (lembro perfeitamente). Minhas primas faziam gestos para que nós subissemos a escada. Quando menos esperamos, os passos se aproximaram, junto com risadas de crianças (não havia crianças lá, só meus primos), até hoje sonho com os risos estridentes e demoniacos. De repente, um baque na porta. Estávamos estarrecidos, quando alguma coisa começou a arranhar a porta, fazendo um som como o de um porco, realmente foi assustador, não parava, era seguido, tenebroso. Era a gota d´água, levantamos do sofá ao mesmo tempo e saímos correndo escada a cima. Estávamos abobalhados. Esta noite ninguém dormiu, ficamos acordados só com uma lanterna acesa no nosso quarto. O que seria aquilo? A partir desse dia, nunca mais duvidei, de assombrações, fantasmas e outras coisas mais.

A máquina de costura

Uma velhinha: Quando ela era pequena, morava no interior. Sua casa era muito grande, feita de madeira. Qualquer barulho que ouvesse, era ouvido na casa toda. Quando todos iam dormir, a máquina de costurar começava a trabalhar sozinha e uma voz começava a gritar na rua, seguida de um barulho de cavalos andando. Quando ligavam o lampião, a máquina parava e a voz e o som dos cavalos também paravam. Isso aconteceu muitas vezes até eles se mudarem daquela casa. Depois nunca mais aconteceu.

A mãozinha

Quando eu era mais novo, lá por volta de uns 11, ou 12 anos, tinha um senhor que trabalhava no meu prédio que era simplesmente o cara mais bizarro do mundo!


Ele tinha um olhar muito triste, e quase ninguem sabia a respeito da vida dele, a não ser que ele trabalhava de porteiro e q fazia uns bicos pela cidade pra aumentar seu orçamento! Um dia, cansado de tanto ouvir boatos, eu fui tentar conversar com ele pra ver se tirava alguma cosia daquela mente fechada!

Logo, por eu ser uma criança. ele percebeu q podia falar comigo abertamente, jah q mais cedo ou mais tarde eu iria esquecer td oq ele iria me contar! Aí que ele se enganou...! Ainda me lembro quando ele começou a me contar que quando ele era rapaz, ele morava em roça, e semanalmente, ele montava num burrico q havia em sua fazenda e ia até a cidade pra fazer algumas coisas para o seu pai! Só que naquela região, haviam dois caminhos de se chegar a cidade! Um que era bem longo, e outro, q apesar de ser bem curto, de acordo com o povo caipira local, era assombrado nas redondezas de uma imensa Mangueira ue beirava a estradinha de chão batido! Pois bem...após sair demanhazinha sobre milhares de avisos da sua mãe pra não ir nem voltar pelo caminho mal assombrado, ele parte com com o burrico! Na hora de voltar, a noite jah havia caido, e com fome, sede, cansado, ele decidira ignorar todos os boatos e avisos da sua família e voltou pelo caminho supostamente assombrado, afim de chegar mais cedo em casa!

Então, após algum tempo no lombo do animal, ele avista a alguns metros a sua frente, em meio ao breu do matagal q cercava a estrada, a copa da gigantesca mangueira! Sem hesitar, ele prosseguiu seu caminho pela estrada, descrente em qualquer tip ode assombração! Ao se aproximar da Mangueira, o burrico repentinamente para, empaca, prega os pés no chão! Ele tira o chicotinho e lasca na bunda do burrico, q parece nem sentir as lambadas! De repente, ele sente alguma coisa tocar sua perna, uma coisa muito quente, q parecia puxá-lo pra fora do animal! A essa altura, o burrico diparou na galopada, e só foi parar jah na porteira da roça!

Voltando á realidade, eu perguntei pra ele: E Então? Q diabos era akilo? Ele levantou um pouco a barra da calça e me mostrou na perna dele, a marca de uma mão, aparentemente de criança, que ficara estampada na sua perna desde aquele dia!

Após o acontecido, ele passou a acreditar nessas coisas do além, e tb passou a ouvir os conselhos da mãe dele! Eu tb!

A casa da praça

Em 1989 nos mudamos para uma casa em frente a uma praça, eu minha irmã e meu pai. Meu pai que é médico dá muitos plantões e eu e minha irmã ficavamos sozinhos em casa duas ou três vezes por semana.

Como eramos muito novos eu com 11 anos e ela com sete dormiamos na mesma cama, geralmente tinhamos babá, mas algumas vezes dormimos sozinhos.

Dormiamos no quarto do fundo que dava de frente para um longo corredor. Durante a noite lá pelas 21:00h escutávamos o som de plastico do interruptor da sala ligando e desligando e a luz acendendo e apagando, começava de forma lenta e ia progredindo, após um instante ouviamos o som de passos usando chinelos, o qual percorria todo o corredor e parava ao lado de nossa cama, nesta hora eu e minha irmã já estávamos debaixo das cobertas.

Muitas vezes chegavamos a escutar as pernas de alguém bater na cama. Contamos ao meu pai e ele disse que estavamos passando por um período difícil porque minha mãe havia ido embora. Dois anos mais tarde meu pai começou a namorar com uma pessoa que via vultos na casa e chegou a ver um menino sorrindo.

Por influência desta namorada mudamos para outra casa. Até hoje eu passo em frente a esta casa e me recordo do sofrimento das noites em baixo da coberta e a vontade de olhar sem ter coragem.

A casa mal-assombrada

O ano era 1944. Carlos que antes morava em Itaperuna - RJ, iria se mudar para Natividade, RJ. Estava a procura de uma casa e depois de algumas visitas, encontrou uma que seria ideal para acomodar sua familia. Ao sair da casa, os vizinhos o alertaram de que ela era mal assombrada pelo espírito do antigo morador conhecido como "Manoel Açougueiro". Carlos que era metido a valentão ignorou os avisos dos futuros vizinhos e a familia mudou-se na semana seguinte. Depois de um mês instalados, a mãe e os filhos começaram a ouvir todas as noites, sem falta, às 22:00 horas em ponto, batidas na porta. Quando iam atender, não havia ninguém e o portão ficava sempre trancado com cadeado. Não havia tempo suficiente para alguém bater e pular o muro sem que ninguém percebesse. Carlos que sempre chegava após às 22:00 horas, não acreditava em tal estória. Porém um dia, Carlos chegara mais cedo em casa e novamente às 22:00 horas bateram na porta. Carlos correu até a porta e não vendo ninguém por perto, gritou aos quatro cantos: - "Manoel, é você? Se for você mesmo, apareça." Para espanto de todos, nesta noite, à meia-noite o neném acordou chorando e Carlos ao entrar no quarto viu um cachorro branco dentro do berço. Ninguém na casa via o tal cachorro, mas Carlos insistia em tentar bater no cachorro com um cinto e acabava por acertar o bebê. Apesar de toda a confusão da noite, Carlos ainda duvidava de que havia um fantasma na casa. No fim de semana, na sexta-feira, Carlos voltou a gritar aos quatro cantos da casa, fazendo dessa vez, um desafio ao tal fantasma. - "Se tiver alguém aqui mesmo, que atire essas almofadas que estão na sala para o outro quarto." De madrugada o filho mais velho da família, que também se chamava Carlos, acordou desesperado gritando que alguém havia atirado almofadas em sua cabeça enquanto dormia. Carlos no dia seguinte, procurou o Monsenhor que providenciou a celebração de uma missa em intenção a alma de "Manoel, o Açougueiro". Desde aquela data, nunca mais ninguém ouviu batidas na porta da casa às 22:00 horas. (*) Carmélia, que nos contou essa história, é a terceira filha de Carlos e mãe do editor de Estronho e Esquésito.

Um pouco de alegria não faz mal... (xD)



XD, Por Ian Lucas

Um pouco de alegria não faiz mal (xD)



xD, por Ian Lucas